Orbis é voluntária no projeto Iniciativa + Ventiladores Pulmonares do Senai

A Orbis Engenharia Clínica é voluntária no projeto Iniciativa + Ventiladores Pulmonares do Senai, que conta também com o apoio da Associação Brasileira de Engenharia Clínica ABECLin, Ministerios da Saúde e da Economia, Universidade Federal de Goiás (UFG), montadoras, entre outras instituições. Nesta ação, estamos recuperando ventiladores em desuso em todo o país para ajudar a salvar pacientes da covid-19. No início de maio, foram entregues ventiladores ao HCamp (Hospital de Campanha) de Goiás. Ricardo Maranhão, diretor geral da Orbis e Vice-presidente da ABEClin, participou da entrega dos aparelhos. A iniciativa, que está ajudando a salvar vidas, foi divulgada pela imprensa.

 

Bom Dia Goiás (Globo)

 

Record TV Goiás

 

TBC 1

 

 

Jornal O Popular

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Jornal A Redação

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Orbis participa de projeto do Senai para recuperar ventiladores pulmonares

Foto: Cristiano Borges

Goiânia, 11 de maio de 2020.

 

Em ação voluntária, Orbis Engenharia Clínica participa de projeto do Senai para recuperar ventiladores pulmonares

Iniciativa tem apoio da ABEClin, Ministério da Saúde, Ministério da Economia, Ufg e outra instituições

 

A Orbis Engenharia Clínica está participando da Iniciativa + Manutenção de Respiradores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), que busca recuperar ventiladores pulmonares em desuso em todo o país. Em Goiás, onde a empresa tem sede, mais de cem equipamentos já foram coletados pela Escola Senai Vila Canaã, em Goiânia, e encaminhados para manutenção, calibração e teste de segurança elétrica.

 

Nesta segunda, 11/05, dez destes ventiladores foram entregues na Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC) da UFG ao governo do Estado para serem utilizados no atendimento aos pacientes da covid-19.

 

Ricardo Maranhão, diretor geral da Orbis e vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (ABEClin), estava presente e explicou que a participação de engenheiros clínicos voluntários é fundamental na ação neste momento. “Ao ser recebido, o aparelho tem as falhas identificadas e vai para o conserto, ele só é liberado após a calibração”. Segundo Maranhão, o ventilador recebe um laudo técnico assinado por engenheiro clinico conforme exigência da Anvisa e só então é liberado.

 

Na entrega dos ventiladores, o professor da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação da UFG, Rodrigo Pinto Lemos, falou da ação em apoio aos hospitais durante a pandemia. “Essa é uma forma econômica e rápida de ajudar a população neste momento”.

 

O atendimento aos requisitos dos equipamentos recuperados é uma das preocupações do diretor do Senai Vila Canaã, Claiton Cândido Vieira, que falou sobre a importância do projeto. “Um ventilador é usado em média 15 dias por cada paciente da covid-19, pretendemos salvar pelo menos dez vidas com cada respirador durante a pandemia”.

 

Representando o Estado, o secretário de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, informou que os ventiladores vão para o HCamp (Hospital de Campanha). “A recuperação destes ventiladores é fundamental no enfrentamento ao novo coronavírus, é um reforço para as Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) das unidades hospitalares”.

Orbis celebra o Dia Global da Engenharia Clínica.

A melhor forma de celebrar o GlobalCEDay é mostrar nossa dedicação à engenharia clínica. Mais que trabalho, temos o compromisso diário com as melhores práticas para transformar o nosso setor no país. Parabéns, engenheiros! Parabéns, OrbisTeam! #globalCEDay #DiaGlobaldaEngenhariaClinica #DiaMundialEngClinica #icehtmc2019 #orbisteam #orbisengenhariaclinica

 

Orbis marca presença na Feira Hospitalar 2019

A Orbis Engenharia Clínica teve participação efetiva na 26ª Hospitalar, de 21 a 24 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Um dos destaques da empresa na feira foi a palestra “O Papel da Engenharia Clínica na Saúde” ministrada por Ricardo Maranhão, CEO da Orbis, a convite da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Maranhão destacou as principais ações da engenharia clínica na gestão de equipamentos médicos. “Os hospitais estão percebendo que para chegar a um nível de excelência no atendimento aos pacientes é preciso ter gestão de tecnologia em saúde. Com isso, o engenheiro clínico tem sido um grande suporte às equipes multiprofissionais elevando o nível dos serviços oferecidos nas instituições hospitalares”.
Guilherme Braz, engenheiro clínico responsável pela Metrologia da Orbis, também esteve na Hospitalar para conhecer as novidades apresentadas este ano na feira. Em visita a vários estandes, o profissional orientou os clientes da empresa sobre otimização na aquisição de equipamento, com foco no melhor custo-beneficio, qualidade e segurança do paciente, englobando a tecnologia mais atual oferecida no mercado.
Já a Arkmeds, expositora na feira, fez entrevista com Ricardo Maranhão sobre as responsabilidades da engenharia clínica, acreditação, entre outras ações, que têm sido ponto forte da empresa nos últimos anos. “Nossa atuação facilita a boa manutenção do parque tecnológico nas unidades de saúde. Conseguimos chegar a uma resolutividade superior a 90% dos problemas com equipamentos médicos”. Maranhão, elogiou ainda a feira deste ano. “A hospitalar traz sempre novidades é é uma grande oportunidade para quem atua na área de engenharia clínica.” Finalizou. A feira completou 26 anos de história e gera oportunidades de negócios e desenvolvimentos tecnológico.

 

 

“O engenheiro tem papel fundamental na segurança dos equipamentos hospitalares”, diz Ricardo Maranhão

O “I Seminário de Engenharia Clínica do Centro-Oeste: A engenharia na segurança do paciente” realizado pelo Crea-GO no dia 30 de novembro reuniu em seu auditório profissionais em busca de melhorias na qualidade dos serviços prestados aos pacientes. O presidente do Crea-GO, Engenheiro Francisco Almeida, ressaltou durante a abertura do evento a importância do encontro para o debate sobre a segurança no atendimento de saúde. Ele ressaltou que o art. 1º da Lei 5.194, de 24 de dezembro de 1966, já trata da função social da engenharia. “Quando se contrata um engenheiro, deve-se contratar segurança, qualidade, economia e produtividade. Por isso, decidimos promover este encontro. Explicou.

 

O presidente da Associação de Hospitais Particulares do Estado de Goiás (Ahpaceg), Haikal Yaspers Helou, destacou a iniciativa do Crea-GO de discutir a Engenharia Clínica no Centro-Oeste. “Conversamos com o presidente Francisco e Ricardo Maranhão sobre essa ideia há três anos. Os dois tiveram um grande papel nisso”. Para Haikal, em qualquer hospital do mundo a Engenharia Clínica exerce papel fundamental na inclusão tecnológica das unidades hospitalares”. Já o vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (ABEClin), Engenheiro Clínico, Ricardo Maranhão, frisou a necessidade de levar a Engenharia Clínica para o debate. “O engenheiro é essencial na gestão de tecnologia em saúde, o que garante mais qualidade aos equipamentos médicos e consequentemente mais segurança aos pacientes. Essa ação reflete diretamente na excelência dos serviços da saúde”, salientou.

 

Palestras – Cinco palestras e duas mesas redondas fizeram parte da programação do evento. Na primeira palestra, o Engenheiro Mecânico e Clínico Lúcio Flávio de Magalhães Brito tratou sobre “Acidentes no ambiente hospitalar: fontes de risco e mecanismos de ação”. “Cada equipamento médico-assistencial tem um lado bom, mas também um lado obscuro. A partir do momento em que se conhece as fontes de risco e como esses riscos podem gerar um acidente é possível cuidar com mais propriedade do equipamento hospitalar. O advogado José Renato Marchiori abordou a “Análise e compreensão da nova lei 13.589/2018, que trata do PMOC – Plano de Manutenção, Ocorrência e Controle”. O advogado falou sobre a nova forma de tratamentos dos aparelhos de ar-condicionado em locais com concentração de pessoas. “

 

Ricardo Maranhão apresentou um “Case de sucesso na implementação de Engenharia Clínica em Ambiente Hospitalar”. O engenheiro mostrou a experiência da implantação da gestão de tecnologia em saúde nos hospitais particulares de alta complexidade da rede Ahpaceg. “Durante um ano e meio, nós implantamos dentro de 10 hospitais goianos a gestão de tecnologia, atendendo a exigências da Vigilância Municipal e do Crea. O resultado foi um impacto positivo na economia das instituições hospitalares”, pontuou. A segunda palestra foi ministrada pelo líder da Área de Gestão de Convênios de Fiscalização do Crea-GO, Engenheiro Clínico Roger Barcellos. Ele abordou o tema Fiscalização do Sistema Confea/Crea em estabelecimentos assistenciais de saúde e abordou os principais “procedimentos adotados para a fiscalização em unidades de saúde em Goiás e como os agentes fiscais do Crea devem agir durante uma vistoria”. A palestra “Atuação do Engenheiro Clínico no Hospital Israelita Albert Einstein” ministrada pelo Engenheiro Clínico e coordenador de Engenharia Clínica do hospital, Kléber Cardoso, encerrou o ciclo de palestras. “Temos 8 mil hospitais distribuídos no Brasil. Então, quando se leva informação de uma profissão relativamente novo como a engenharia clínica que tem aproximadamente 30 anos no país, esclarecendo como que são as boas práticas e como elas funcionam os grandes centros, isso contribui para melhorar a segurança do paciente e melhorar a vida de todos”,  admitiu. Ricardo Maranhão, Roger Barcellos e Kléber Cardoso encerraram o evento com uma mesa redonda e debate com os participantes.

 

Com informações do Crea-GO