Engenharia Clínica da Orbis traz mais agilidade ao atendimento do HUGO

Nossa gestão de tecnologia em saúde no Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) está no Informativo Raio X, publicado pela instituição. O material destaca o levantamento de 1500 equipamentos médicos e aborda a importância do trabalho da engenharia clínica na melhoria do atendimento ao paciente.

 

Leia aqui:

“O engenheiro tem papel fundamental na segurança dos equipamentos hospitalares”, diz Ricardo Maranhão

O “I Seminário de Engenharia Clínica do Centro-Oeste: A engenharia na segurança do paciente” realizado pelo Crea-GO no dia 30 de novembro reuniu em seu auditório profissionais em busca de melhorias na qualidade dos serviços prestados aos pacientes. O presidente do Crea-GO, Engenheiro Francisco Almeida, ressaltou durante a abertura do evento a importância do encontro para o debate sobre a segurança no atendimento de saúde. Ele ressaltou que o art. 1º da Lei 5.194, de 24 de dezembro de 1966, já trata da função social da engenharia. “Quando se contrata um engenheiro, deve-se contratar segurança, qualidade, economia e produtividade. Por isso, decidimos promover este encontro. Explicou.

 

O presidente da Associação de Hospitais Particulares do Estado de Goiás (Ahpaceg), Haikal Yaspers Helou, destacou a iniciativa do Crea-GO de discutir a Engenharia Clínica no Centro-Oeste. “Conversamos com o presidente Francisco e Ricardo Maranhão sobre essa ideia há três anos. Os dois tiveram um grande papel nisso”. Para Haikal, em qualquer hospital do mundo a Engenharia Clínica exerce papel fundamental na inclusão tecnológica das unidades hospitalares”. Já o vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (ABEClin), Engenheiro Clínico, Ricardo Maranhão, frisou a necessidade de levar a Engenharia Clínica para o debate. “O engenheiro é essencial na gestão de tecnologia em saúde, o que garante mais qualidade aos equipamentos médicos e consequentemente mais segurança aos pacientes. Essa ação reflete diretamente na excelência dos serviços da saúde”, salientou.

 

Palestras – Cinco palestras e duas mesas redondas fizeram parte da programação do evento. Na primeira palestra, o Engenheiro Mecânico e Clínico Lúcio Flávio de Magalhães Brito tratou sobre “Acidentes no ambiente hospitalar: fontes de risco e mecanismos de ação”. “Cada equipamento médico-assistencial tem um lado bom, mas também um lado obscuro. A partir do momento em que se conhece as fontes de risco e como esses riscos podem gerar um acidente é possível cuidar com mais propriedade do equipamento hospitalar. O advogado José Renato Marchiori abordou a “Análise e compreensão da nova lei 13.589/2018, que trata do PMOC – Plano de Manutenção, Ocorrência e Controle”. O advogado falou sobre a nova forma de tratamentos dos aparelhos de ar-condicionado em locais com concentração de pessoas. “

 

Ricardo Maranhão apresentou um “Case de sucesso na implementação de Engenharia Clínica em Ambiente Hospitalar”. O engenheiro mostrou a experiência da implantação da gestão de tecnologia em saúde nos hospitais particulares de alta complexidade da rede Ahpaceg. “Durante um ano e meio, nós implantamos dentro de 10 hospitais goianos a gestão de tecnologia, atendendo a exigências da Vigilância Municipal e do Crea. O resultado foi um impacto positivo na economia das instituições hospitalares”, pontuou. A segunda palestra foi ministrada pelo líder da Área de Gestão de Convênios de Fiscalização do Crea-GO, Engenheiro Clínico Roger Barcellos. Ele abordou o tema Fiscalização do Sistema Confea/Crea em estabelecimentos assistenciais de saúde e abordou os principais “procedimentos adotados para a fiscalização em unidades de saúde em Goiás e como os agentes fiscais do Crea devem agir durante uma vistoria”. A palestra “Atuação do Engenheiro Clínico no Hospital Israelita Albert Einstein” ministrada pelo Engenheiro Clínico e coordenador de Engenharia Clínica do hospital, Kléber Cardoso, encerrou o ciclo de palestras. “Temos 8 mil hospitais distribuídos no Brasil. Então, quando se leva informação de uma profissão relativamente novo como a engenharia clínica que tem aproximadamente 30 anos no país, esclarecendo como que são as boas práticas e como elas funcionam os grandes centros, isso contribui para melhorar a segurança do paciente e melhorar a vida de todos”,  admitiu. Ricardo Maranhão, Roger Barcellos e Kléber Cardoso encerraram o evento com uma mesa redonda e debate com os participantes.

 

Com informações do Crea-GO

 

Dia Global da Engenharia Clínica

 

No Dia Global da Engenharia Clínica, 21 de outubro, nossa homenagem à equipe da Orbis e a todos os profissionais da área, que trabalham com eficiência para garantir qualidade e segurança nos serviços prestados pelas instituições hospitalares.

Reportagem PUC TV Goiás

Reportagem da Puc TV Goiás divulga parceria da Orbis Engenharia Clínica com a Pontifícia Universidade Católica, para vagas de estágio na área de engenharia clínica. Nosso programa Orbis Opportunity está preparando os estudantes para o mercado de trabalho.

 

 

ORBIS OPPORTUNITY

Nosso programa de estágio Orbis Opportunity abre as portas para estudantes de engenharia (elétrica, civil, mecânica e mecatrônica) em uma das melhores experiências na área de gestão de tecnologia da saúde.

Propomos a participação direta da rotina das unidades hospitalares dentro de todos os processos de atuação da nossa equipe de engenharia clínica.

O estudante é orientado por um engenheiro especialista no período de seis meses a um ano. No fim da experiência é emitido um certificado atestando as atividades realizadas e carga horária cumprida.

É uma vivência que estimula o estudante a sonhar alto em busca de uma vaga no tão concorrido mercado de trabalho.

 

Orbis Engenharia Clínica é destaque no Informativo do ​Sindhoesg

A Orbis Engenharia Clínica é destaque no Informativo do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Sindhoesg). O diretor geral Ricardo Maranhão concedeu entrevista sobre o papel da engenharia clinica nas instituições hospitalares.